As fotografias de comida para a ementa de um restaurante incluem uma imagem de cada prato real, feita sempre com as mesmas regras de luz, ângulo, fundo e enquadramento. Depois, retoca-se a cor e a nitidez. O que nunca se altera é a receita nem o tamanho da dose. Assim, quem olha para a ementa vê o mesmo que depois chega à mesa. Para as preparar, primeiro escolhe-se que pratos entram. Depois, cozinha-se cada um tal como é servido na realidade e fotografam-se todos de seguida, sem mudar a luz nem a posição da câmara.
Fotografia de prato e fotografia principal
Há dois tipos de fotografia. A fotografia de um prato responde a uma pergunta: o que é isto? A imagem principal responde a outra: como é comer aqui? A primeira acompanha cada prato. A segunda abre a ementa, o site ou a página numa aplicação de entregas. Também serve para as redes sociais.
É preciso uma câmara cara?
É preciso uma câmara cara? A maioria dos restaurantes não precisa dela para ter fotografias prontas para a ementa. Conta mais a consistência do que o equipamento. Se cada prato tiver uma luz e um fundo diferentes, a ementa parece um álbum de fotografias misturadas.
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As regras das plataformas de entregas
As plataformas de entregas têm as suas próprias regras. O guia de carregamento de fotografias da Deliveroo avisa que costumam ser rejeitadas as imagens com pessoas, com texto por cima ou com objetos que desviam a atenção do prato. Convém ler o guia de cada plataforma antes da sessão, e não depois.
Porque é que as boas fotografias importam
Isto importa porque os restaurantes que usam fotografias de alta qualidade podem receber até três vezes mais pedidos do que os que usam imagens amadoras. Por isso, o dinheiro dedicado às fotografias parece-se mais com um investimento do que com uma despesa.
Tipos de sessão e o que cobre o preço
Quando se contrata um fotógrafo, há três formas habituais de trabalhar. Uma é a fotografia de produto, centrada apenas no prato. Outra é a sessão em estúdio, onde a luz é totalmente controlada. A terceira é a sessão no próprio restaurante, que mostra também as mesas, a sala e o ambiente. O preço varia consoante as horas de trabalho, o número de fotografias, quantos pratos há, se as imagens são digitais ou impressas e a experiência do fotógrafo. Esse preço cobre a sessão e também a pós-produção, que é o retoque posterior. Na pós-produção corrige-se um branco que sai amarelado, recupera-se o brilho de um molho ou apura-se um miolo de pão que ficou desfocado. Sem esse passo, um bom prato pode parecer frio ou sem vida.
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Direitos de utilização antes de assinar
Antes de assinar, é preciso deixar claro onde vão ser usadas as fotografias, durante quanto tempo e em que meios: ementa impressa, site, redes sociais ou cartazes. Alguns fotógrafos cobram à parte certas utilizações, como uma campanha publicitária ou uma licença exclusiva.
Por onde começar
E agora? O primeiro passo é fazer uma lista curta com os pratos mais pedidos e aqueles que o restaurante quer vender mais. Depois, é altura de decidir onde vão ficar as fotografias: ementa impressa, site ou aplicação de entregas. Com essa lista, já se pode falar com um fotógrafo com as ideias claras. Evan & Natalia Simon fazem fotografia e vídeo para restaurantes, marcas e negócios em Gijón e em todas as Astúrias. Tem dúvidas sobre por onde começar? Uma conversa breve e sem compromisso com eles basta para organizar a lista e escolher o tipo de sessão.
Ligações
Mais informações, ainda sem confirmação independente: news.osu.edu.